Antes dos trinta fui tragado para aquela vida penetrante que ela exibia em seu olhar.
Trinta milésimos uniram nossos corpos pela fome para que logo em seguida nos separassem por mais trinta eternidades.
Da maneira como ajeitava o cabelo quando era lisonjeada até a forma que escondia sua timidez ao gargalhar, por trinta vezes me apaixonei.
Por trinta vezes a desejei nos lugares mais proibidos e por trinta vezes provei sua paixão.
Trinta juras de amor e trinta brindes ao fracasso passado.
Ela de trinta maneiras me faz pedir o calor do seu colo.
Com ela hoje faz trinta dias de alegrias.
maio 19, 2011 às 6:36 pm |
Vc é poeta!
Que garota de sorte!