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“Nada mais comum do que julgar mal as coisas.”
Marco Túlio Cícero
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Seus dedos corriam livremente pela máquina de escrever. A cada toque, uma nova sensação, um novo sentimento. Uma obra prima nascia alia.
Ao tirar o papel, lia cheio de orgulho a maestria que acabará de escrever.
E mais uma história ia para o lixo.
Procurava entender a razão porque seus textos sempre tinham um tom agressivo aos olhos. Engraçado que até mesmo sua busca já rendeu uma folha a mais na cesta de idéias.
“… desnudo de emoções, desbravava os céus. Sentia na pele o frio e o calor da noite. E mesmo sabendo que não poderia descrever tais sentimentos, fechou os olhos e sorriu… “
Lixo.
Mais uma história que viria ser história.
Tudo era lindo e obscuro. Belo e tenebroso.
Tudo era dialético.
E como ironia, existia e não.
Um mundo privado do mundo, que só ele e a faxineira conheciam.
Novembro 26, 2008 às 11:00 pm |
Roninhas, Roninhas…
Nada como um momento introspectivo e uma volta triunfal.
Curti bastante essa seleção de palavras que chama de conto. Parabéns!
Novembro 27, 2008 às 1:31 pm |
Me diverti!
Novembro 27, 2008 às 2:31 pm |
é preciso matar nossas donzelas. mas todas?
ou ele muda o lixo de lugar, ou para de exigir tanto, não é?
Novembro 27, 2008 às 3:17 pm |
Mais um comentário, agora proveniente de uma segunda leitura: dei risada no 6º parágrafo. Tragicômico? Foda-se. Dei risada e ponto final.
Novembro 28, 2008 às 12:32 am |
num tem mais graça comentar. Eu sempre gosto.
Escreve alguma coisa ruim pra eu vir te xingar, vai?
Bjos, meu amor.
Dezembro 9, 2008 às 9:27 pm |
O melhor você joga no lixo! Como é bobo!
Janeiro 6, 2009 às 3:53 pm |
Meu amor?
Janeiro 6, 2009 às 3:58 pm |
Agora sobre o texto:
É uma pena…